Sobral de Monte Agraço       » Voltar «

Ficheiro:SMA.png
Brasão
Ficheiro:Pt-sma1.png
Bandeira


Sobral de Monte Agraço é uma vila portuguesa e sede de um pequeno município com uma área de, aproximadamente, 52 km² no Distrito de Lisboa.

A vila tem cerca de 9.000 habitantes e o Município encontra-se subdividido em 3 Freguesias, comunicando a norte com os municípios de Torres Vedras e Alenquer, a sueste com Arruda dos Vinhos e a sul e oeste com Mafra.

 


História
Sobral de Monte Agraço, foi oferecida como Senhorio Honorífico em 1771, por D. José I a Joaquim Inácio da Cruz, Tesoureiro Mor do Erário Régio, que adoptou então o sobrenome "Sobral". Os seus descendentes foram feitos, sucessivamente Barões, Viscondes e Condes de Sobral.

No decurso da Guerra Peninsular, Sobral de Monte Agraço fazia parte das Linhas de Torres. Em Outubro de 1810, o Exército Francês chefiado por André Massena aproximou-se das Linhas, verificando que os Portugueses tinham submetido a área defronte das mesmas a uma política de terra queimada. Depois de uma pequena batalha em Sobral de Monte Agraço, no dia 14 de Outubro, os Franceses aperceberam-se que não conseguiriam avançar mais. O historiador militar britânico Charles Omam escreveu que "ao alvorecer nessa manhã de 14 de Outubro, em Sobral, a maré napoleónica atingiu o seu ponto mais elevado".


Cultura


Origens

O Documento mais antigo que se conhece data de 1 de Outubro de 1186 (o documento está datado de 1224 do calendário romano, que corresponde a 1186 da era cristã), é uma carta de doação do Rei D. Sancho I ao Bispo de Évora, D. Paio, do reguengo do Soveral, com todos os seus termos.

A doação destas terras pertencentes à Coroa era ao mesmo tempo uma forma de recompensar os nobres e a Igreja por favores prestados ao rei e de incentivar o povoamento.

A Sé de Évora viria a obter bulas papais de confirmação da posse do reguengo.
 
http://www.cm-sobral.pt/_uploads/cultura/História/origens.JPGFoi no reguengo de Monte Agraço que inicialmente se desenvolveu a povoação mais importante, junto à Igreja de São Salvador e dos Paços aí erigidos pelos donatários. (correspondendo hoje sensivelmente á zona do Salvador e Cachimbos)
Soveral, seria um local ermo à data da carta de D. Sancho, sendo pela primeira vez referido como local habitado em 1512, ainda com a grafia Soveral.
Por se localizarem perto seria usual dizer Soveral em Montagraço, de onde se terá evoluído para Sobral de Monte Agraço.


O CARDEAL D. HENRIQUE E OS JESUÍTAS

Aos Bispos de Évora sucedeu o Cardeal D. Henrique, 1.º Arcebispo de Évora, como donatário de Monte Agraço.

A posse de Monte Agraço conservou-se nas mãos episcopais de Évora até à fundação, naquela cidade, do Colégio do Espírito Santo e Universidade, ambos sujeitos à Companhia de Jesus.
No ano de 1561 conseguiu D. Henrique bula de Pio IV para a união do concelho de Monte Agraço ao Colégio e Universidade, separando-o da Mesa arcebispal eborense.

 

FORAL DA VILA DO SOBRAL

D. Manuel I assinou a de 20 de Dezembro de 1518 o Foral para Monte Agraço.

Até há pouco tempo, do Foral para Monte Agraço, apenas se conhecia-se a Minuta, o texto resumido da Leitura Nova, incluído no Livro de Forais Novos da Comarca da Estremadura e transcrições existentes no Arquivo da Casa Sobral, versões que estiveram na base do estudo de Maria Micaela Soares “Monte Agraço e o seu Foral”, editado pela Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço em 1990.

Em 1999, fruto de novas pesquisas na Casa Sobral, foi finalmente encontrado o original de tão valioso documento para a História do Concelho. Ao ter conhecimento da descoberta, a Câmara Municipal deliberou a sua aquisição, contando, para o efeito, com a concordância dos proprietários.

Após ter adquirido o original do foral manuelino, a Câmara Municipal, e para que o mesmo pudesse ter uma maior divulgação, decidiu lançar uma edição com uma cópia fiel do documento dando-o a conhecer a todos os Sobralenses e a todos os interessados.
A referida edição é da autoria de Maria Micaela Soares e constitui mais um valioso contributo para o estudo e divulgação da história local.

"As matérias que este foral consagra são as que, por via de regra, estavam consignadas noutros diplomas semelhantes: liberdades e garantias de pessoas e bens, imposição de impostos sobre transacções, multas por delitos e desrespeito às suas normas, privilégios dos moradores em geral e de algumas pessoas e organismos em particular e, muito especialmente, determinação dos direitos fiscais, até então desalinhados, por carência da legislação apropriada". (In: Maria Micaela Soares, "Monte Agraço e o seu Foral", Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço, 1990, p. 34

O MORGADO DO SOBRAL

Com a expulsão dos Jesuítas dos territórios portugueses, decretada por D. José I em 1759 e a confiscação dos seus bens, reverteu para a Coroa o Senhorio de Monte Agraço. No ano de 1770 Joaquim Inácio da Cruz arrematou em hasta pública os bens e direitos do reguengo.



Em 1771, o Rei D. José I fez mercê do Senhorio Honorífico da Vila de Sobral de Monte Agraço a Joaquim Inácio da Cruz, fidalgo da Casa Real, membro do Conselho da Fazenda e tesoureiro do Real Erário, para o poder unir ao Morgado que tinha estabelecido com a denominação Sobral.


Assim Joaquim Inácio acrescentou ao seu nome o apelido Sobral.

Segundo o decreto o senhorio foi passado de forma perpétua para os possuidores do morgado do Sobral.


http://www.cm-sobral.pt/_uploads/cultura/História/casasobral.JPGA Joaquim Inácio da Cruz Sobral coube construir as estruturas que a a vila do Sobral de Monte Agraço não possuía ao tempo.

Para além do Solar da Família Sobral, mandou construir a Casa da Câmara e a cadeia, o chafariz. Toda a Praça Pombalina foi construída nessa época. Mandou fazer a pesquisa de águas nas suas terras e abriu as minas para abastecer a vila.
Faleceu em 1781, sem deixar descendentes pelo que o Morgado do Sobral foi herdado por António José da Cruz, seu irmão.

LINHAS DE TORRES

No início do Século XIX, e no contexto das Invasões Francesas, é erguido em Portugal um sistema defensivo que constitui hoje um valioso património Histórico-militar - as Linhas de Torres - cuja importância é reconhecida não apenas a nível local e nacional, mas também internacional.

        

Depois das invasões francesas de 1807 e 1809, no Outono de 1809, e após a derrota dos Franceses, e prevendo nova invasão, Lord Wellington começou a organizar a defesa de Lisboa. Cercou a capital por três linhas fortificadas, reforçando assim os obstáculos naturais do terreno. Assim nascem as conhecidas Linhas de Torres.
Estas obras tiveram o seu início em 1809 e terminaram em 1812, já quando as tropas do Marechal Massena se haviam retirado. Foram dirigidas primeiro pelo tenente-coronel Fletcher, depois pelo capitão Jonh Jones.



A primeira linha ia desde a margem do Tejo, em Alhandra até à foz do rio Sizandro, no Concelho de Torres Vedras, passando por Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço, tendo cerca de 50 Km.


Tinha como fortes principais Alhandra, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras. Para além destes, tinha um conjunto significativo de outros fortes de menores dimensões localizados em pontos estratégicos de modo a que todos os pontos altos ficassem guarnecidos.

No Concelho de Sobral de Monte Agraço as obras defensivas então construídas foram as constantes do quadro seguinte.


A numeração apresentada no quadro corresponde à referida pelo Capitão J.T. Jones em 1829.

 


Nª DA OBRA

NOME

LOCALIZAÇÃO

CAPACIDADE(Nº DE MILITARES)

Nº DE PEÇAS DE ARTELHARIA

11

Moinho do Céu

 Serra de Pé do monte

 300 

 4

13

Forte de
Caneira

 Serra de Caneira

120

 2

14

 Forte Grande

 Serra de Montagraço

 1590 

  25 

15

Forte do Trinta 

Serra de Montagraço 

 460

 7

16

 Forte do Simplício

 Serra de Montagraço

 250

 4

17

 Forte do Machado

Serra de Montagraço 

 300

 8

151

 Forte da Patameira

 Patameira

 300

 -

152

Forte Novo

 Perto da Serra de Montagraço

 250

 6


Para a construção desta grande obra, contribuiram, em grande parte, as populações, que tiveram de abandonar as suas terras para trabalhar nela, sacrificando as suas casas e haveres, na medida em que foi posta em prática uma política de terra queimada e desertificação a norte das linhas, o que provocou a deslocação para dentro desta de muitos habitantes numa área considerável. O esforço, e também o sigilo mantido pelo Povo que nelas trabalhou, foi fundamental para o seu sucesso.

O FORTE GRANDE OU DO ALQUEIDÃO

http://www.cm-sobral.pt/_uploads/cultura/História/FORTODOALQUEIDAO.jpgDe entre o conjunto de obras defensivas apresentado no quadro anterior, aquele que assume particular importância, não apenas no conjunto construído no Concelho do Sobral, mas também no conjunto da 1ª Linha é o Forte Grande ou do Alqueidão (nº 14).

Aí se situava o posto de comando das Linhas – ponto de cota mais elevada de todo o sistema defensivo – á frente do qual ficava um favorável campo de batalha.
Situado cerca de 2 Km a Sul de Sobral de Monte Agraço é efectivamente o ponto mais alto das Linhas – 439 m de altitude.

A sua construção terá tido início a 4 de Novembro de 1809 e foi encarregado desse missão o capitão Williams sob a direcção inicial do Tenente Coronel Richard Fletcher e a partir de 6 de Julho de 1810 a cargo do Capitão Jonh T. Jones,. Desse modo se pôs em pratica as directrizes de Wellington.

Num memorando de Wellington para o Ten. Coronel Fletcher datado de 20 de Outubro de 1809, no qual são definidos objectivos, planos e se definem estruturas a construir Welligton escreve:

“(…) 8º Ele criará uma posição entrincheirada para 4.000 homens, nas alturas que dominam a estrada do Monte Agraço para Bucelas (…)”

10º - Ele construirá um reduto para 200 homens e três peças de artilharia, no moinho do alto do Sobral de Monte Agraço, peças que estarão apontadas para a estrada entre o Sobral e a Arruda.

Este forte fazia parte das posições de defesa da penetrante Torres Vedras, Bucelas e Loures e conjuntamente com os fortes do Trinta, do Simplício e do Machado, todos implantados na Serra do Olmeiro ou de Montagraço constituíam um conjunto denominado Fortes do Alqueidão.

Segundo o Coronel “António Lobato Guimarães” o Forte Grande:

“Possuía um dos quatro de sinais da 1ª Linha e era visitado todos os dias pelo Marechal http://www.cm-sobral.pt/_uploads/cultura/História/FORTEDOALQUEIDAOPLANTA.pngWellington, que se deslocava a cavalo do seu Quartel general em Pêro Negro, e aí permanecia até se certificar que não se tinha verificado qualquer movimento hostil até que a luz do dia permitisse um reconhecimento às tropas inimigas localizadas em frente. Dispunha de 4 paióis e dum poço d’água dentro do forte e outro no seu exterior bem como de diversos traveses. Dispunha também de 3 entradas face a uma possível retirada dada a sua grande guarnição – 1590 homens.
Este forte possuía igualmente e em particular, no seu interior, 3 redutos pequenos estando um implantado junto à entrada principal a Sul, e os outros dois flanqueando outra entrada a SE. A terceira entrada de menores dimensões, localizava-se a SO. Perto deste forte Wellington concentrou a maior parte do seu exército de campanha.”

QUARTÉIS GENERAIS

A comprovar a importância estratégica do Forte Grande, está também a localização dos quartéis-generais de Wellington e Beresford no Concelho de Sobral de Monte Agraço, com uma posição central em relação às duas linhas.

http://www.cm-sobral.pt/_uploads/cultura/História/imagem.gifO Duque de Wellington instalou o seu Quartel General na Quinta dos Freixos em Pêro Negro.

O Marechal Beresford estabeleceu o seu Quartel em Casal Cochim um pouco na retaguarda da Quinta dos Freixos.

Algumas datas importantes:
A 10 de Outubro de 1810, após a batalha do Buçaco, as tropas luso-britânicas, sob o comando de Wellington, ocupam totalmente as Linhas.

A 12 de Outubro, morre em combate, no Sobral, o general Sainte-Croix, conselheiro do Marechal Massena.

A 14 de Outubro, dos montes que dominam, a norte, a vila do Sobral, Massena, comandante-chefe das tropas napoleónicas, observa os redutos do Forte Grande, inseridos na primeira linha de Torres.
http://www.cm-sobral.pt/_uploads/cultura/História/Quinta.jpg


A 15 de Novembro, o marechal Massena, renuncia ao ataque às Linhas de Torres, e retira, dirigindo-se a Santarém.

 

As reformas do Concelho no Século XIX

A vila de Sobral de Monte Agraço foi elevada a sede de Concelho em 1821, abrangendo apenas a freguesia de S. Salvador do Mundo. O Concelho foi extinto em 1832 e restaurado em 1836, passando a abranger também a freguesia de S. Quintino que até então pertencia ao termo de Lisboa.
O Concelho volta a ser extinto em 1855 e as freguesias anexadas ao Concelho de Arruda dos Vinhos. A 10 de Fevereiro de 1887 é decretada a transferência da sede do concelho de Arruda para  Sobral de Monte Agraço.
Em 1895 o concelho de Sobral de Monte Agraço volta a ser extinto e incorporado no de Torres Vedras.
Por Decreto de 13 de Janeiro de 1898 é restaurado o concelho do Sobral com a freguesia de Sapataria. Foi esta a última reforma do Concelho, que se constitui então com aquelas que são ainda hoje as suas freguesias: S. Quintino, Sapataria e Sobral de Monte Agraço.

NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO VINHO

Integrando uma política de recuperação, preservação e divulgação do nosso património, o Núcleo Museológico do Vinho, inaugurado em 1992, pretende, através do seu próprio espaço e dos objectos etnográficos expostos, dar testemunho daquela que foi, outrora, uma das principais actividades económicas do concelho - o cultivo da vinha e a produção de vinho.



Instalado numa antiga adega, que a Câmara Municipal restaurou e incluiu nos Paços do Concelho, este núcleo procura constituir-se como uma mostra de utensílios e alfaias agrícolas que documentam os métodos e as técnicas empregues na viticultura e na vinificação da região. Aqui se podem encontrar diversos utensílios utilizados nas várias operações de cultivo da vinha nomeadamente na poda, na (des)cava, na enxertia, nos vários tratamentos de combate às doenças da vinha.






A adega tem obviamente destaque nesta exposição, onde podemos conhecer as suas várias componentes (Lagar, vara, fuso, etc). Paralelamente dá-nos ainda a conhecer outros objectos próprios da adega como são alguns sistemas de iluminação, várias medidas para o vinho, recipientes para o seu transporte e acondicionamento.



Embora tratando-se apenas de um sala, ladeada pela Galeria e pelo Auditório Municipal, oferece-nos um reencontro com o nosso passado, num cenário agradável. É, por isso, um local que vale a pena visitar!




Horário: O espaço apenas se encontra aberto quando decorrem exposições na Galeria Municipal, cujo horário é de 3ª a Sábado das 14.00 às 19.00 Horas.

Nos restantes períodos também é possível visitar desde que seja contactada a Câmara ou a Biblioteca Municipal

 


Economia
O concelho desenvoleu-se, até aos anos sessenta do século anterior, principalmente no sector agrícola, o qual veio a perder influência na segunda metade do século XX, o que fez reduzir sensivelmente, à semelhança do que aconteceu noutras regiões, a população nele empregue, ainda que em termos económicos, o mesmo continue a apresentar no concelho uma considerável importância, designadamente a vitivinicultura e o sub-sector da agro-pecuária na produção de carne e de leite.
Esta actividade emprega , na sua maior parte, trabalhadores por conta própria. A quebra de actividade deste sector deu lugar a um relativo incremento de emprego no sector de transformação, associado à criação de alguns núcleos de pequenas/médias empresas, de que é exemplo a área industrial situada a nascente da sede do Concelho.
Estas empresas de dimensão média, empregando cada uma um número de trabalhadores inferior à meia centena, dedicam-se essencialmente à metalo-mecânica, às artes gráficas e à produção de embalagens.
Destaca-se, ainda, a importância económica da construção e obras públicas, que constitui um dos maiores empregadores do concelho.
Contudo, é o sector terciário o que ocupa a maioria da sua população activa. São os serviços que mais se têm expandido em termos de criação de emprego, sendo de relevar a importância do comércio a retalho, constituído sobretudo por pequenas empresas familiares, os transportes que continuam a ter uma expressão significativa, os serviços diversos e a administração local.
Assinala-se, ainda, que uma parte relativamente expressiva da população activa do concelho exerce a sua actividade fora da sua área geográfica, nomeadamente no eixo industrial Alhandra / Sacavém e em Lisboa, tendência que se tem vindo a acentuar em face da melhoria das acessibilidades.
Sobral de Monte Agraço é o aglomerado com maior poder atractivo, constituindo o pólo organizador e unificador do concelho. Aqui se concentram as actividades económicas mais importantes, nomeadamente as do sector terciário. É ainda o centro populacional que tem manifestado maior dinâmica geográfica.
Pêro Negro tem registado também uma dinâmica de crescimento que tende a acentuar-se após a concretização dos projectos relativos à melhoria de acessibilidades desta área (A8).
A Sapataria é uma outra localidade relevante na hierarquia dos aglomerados urbanos pela importância funcional que tem. Os novos traçados viários beneficiarão este aglomerado, permitindo um maior crescimento populacional e viabilizando um maior desenvolvimento económico.

 

 

Educação


Equipamentos Educativos

Ensino Pré-Escolar

 

Escola Básica do 1º Ciclo com Jardim-de-Infância de Sobral de Monte Agraço
Rua João de Deus, n.º 7
2590-023 Sobral de Monte Agraço
Telf: 261 940 440  Fax: 261940 445 

 

Escola Básica do 1º Ciclo com Jardim-de-Infância de Almargem
Campo da Feira - Almargem
2590-205 Sobral de Monte Agraço
Telf.: 261 943 157

 

 Escola Básica do 1º Ciclo com Jardim-de-Infância de Pontes de Monfalim
Pontes de Monfalim
2590-2286 Sobral de Monte Agraço
Telf.: 261 942 335

 

Jardim de Infância de Pêro Negro
Quinta dos Feixos
Pêro Negro
2590-425 Sobral de Monte Agraço
Tel.: 261 786 765

 

Jardim de Infância de Sapataria
Rua 25 de Abril, nº7 (Edifício da Junta de Freguesia)
Sapataria
2590-430 Sobral Monte Agraço
Tel.: 261 786 325

 

Escola Básica do 1º Ciclo com Jardim-de-Infância de Serreira
Avenida 8 de Setembro - Serreira
2590-401 Sobral de Monte Agraço
Telf.: 261 750 695
 

Instituição Particular de Solidariedade Social

Associação Popular de Sobral de Monte Agraço - IPSS
R. Manuel Pedro Cardoso
Qta dos Loureiros
2590-029 Sobral de Monte Agraço
Tel.: 261 941 611

 

Ensino Básico - 1.º Ciclo

 


Escola Básica do 1º Ciclo com Jardim-de-Infância de Sobral de Monte Agraço
Rua João de Deus, n.º 7
2590-023 Sobral de Monte Agraço
Telf: 261 940 440  Fax: 261 940 445 



Escola Básica do 1º Ciclo com Jardim-de-Infância de Almargem
Campo da Feira - Almargem
2590-205 Sobral de Monte Agraço
Telf.: 261 943 157


Escola Básica do 1º Ciclo de Casais de Santo Quintino
Rua de São Tomé - Casais de Santo Quintino
2590-214 Sobral de Monte Agraço
Telf.: 261 942 797 



Escola Básica do 1º Ciclo de Fetais de Nossa Senhora
Rua da Junqueira - Fetais de Nossa Senhora
2590-270 Sobral de Monte Agraço
Telf.: 261 942 038 


Escola Básica do 1º Ciclo com Jardim-de-Infância de Pontes de Monfalim
Pontes de Monfalim
2590-2286 Sobral de Monte Agraço
Telf.: 261 942 335


Escola Básica do 1º Ciclo de Moitelas
Rua da Escola - Moitelas
2590-422 Sobral de Monte Agraço
Telf.: 261 786 191 

 

Escola Básica do 1º Ciclo de Pêro Negro
Rua dos Almocreves - Pêro Negro
2590-425 Sobral de Monte Agraço
Telf.: 261 787 411 

 

Escola Básica do 1º Ciclo de Sapataria
Rua da Escola Primária - Sapataria
2590-430 Sobral de Monte Agraço
Telf.: 261 786 131

 

Escola Básica do 1º Ciclo de Silveira
Largo da Escola - Silveira
2590-431 Sobral de Monte Agraço
Telf.: 261 787 097

 

Escola Básica do 1º Ciclo com Jardim-de-Infância de Serreira
Avenida 8 de Setembro - Serreira
2590-401 Sobral de Monte Agraço
Telf.: 261 750 695 

 

 

Ensino Básico 2.º, 3.º Ciclos e Secundário




Escola EB 2,3/S de Sobral de Monte Agraço

Av. 1.º de Maio
2590-001 Sobral de Monte Agraço
Tel.: 261 940 350
Fax: 261 940 355

  

 

 

 


Política
O município de Sobral de Monte Agraço é administrado por uma câmara municipal composta por 5 vereadores. Existe uma assembleia municipal, que é o órgão legislativo do município, constituída por 18 deputados (dos quais 15 eleitos directamente).

O cargo de Presidente da Câmara Municipal é actualmente ocupado por António Lopes Bogalho, eleito nas eleições autárquicas de 2009 pela Coligação Democrática Unitária (composta pelo Partido Comunista Português e o Partido Ecologista "Os Verdes"), tendo maioria absoluta de vereadores na câmara (3). Existe ainda um vereador eleito pela coligação Juntos Pela Nossa Terra (PSD/CDS-PP) e outro pelo PS. Na Assembleia Municipal o partido mais representado é novamente a CDU (PCP-PEV) com 8 deputados eleitos e 3 presidentes de Juntas de Freguesia (maioria absoluta), seguindo-se a coligação Juntos Pela Nossa Terra (PSD/CDS-PP) (4; 0) e o PS (3; 0). O Presidente da Assembleia Municipal é Júlio Manuel Lourenço Rodrigues da CDU.

 


Festas e feiras

Festa de Verão - a realizar na 2ª semana de Setembro, 2º domingo: corridas de touros, largadas, concertos, exposições, feira de artesanato, quermesse, música, dança, teatro, etc. As festas têm como ponto alto as largadas e concertos na Praça Dr. Eugénio Dias.

 


Freguesias

Freguesias
freguesias

As freguesias do Sobral de Monte Agraço são as seguintes:

Santo Quintino
Sapataria
Sobral de Monte Agraço

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Contactos

Bibliotecas

 

BIBLIOTECA DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO

Rua do Município
2590 -038 Sobral de Monte Agraço

Tel: 261 940090
Fax: 261 940091
Email: info@bibliotecasobral.com.pt
Horário
De 16 de Setembro a 30 de Junho
De 3ª. a 6ª. Feira
10.00 - 19.00 h
2.ªs e Sábados 14.00 h – 19.00 h
De 1 de Julho a 15 de Setembro
De 2ª. a 6.ª Feira
10.00 h – 12.30 h / 14.30 h – 19.00 h
Encerra aos Sábados, Domingos e Feriados


BIBLIOTECA DE SAPATARIA
Rua 25 de Abril
(Perto da Junta de Freguesia)
2590 – 430 Sapataria

Telefone – 261 785 150
Horário
De 16 de Setembro a 30 de Junho
De 3ª. a 6ª. Feira
10.30h – 13.00 h / 14.30 h – 19.00 h
Sábados 14.00 h – 19.00 h              
De 1 de Julho a 15 de Setembro
De 2ª. a 6.ª Feira
10.30 h – 13.00 h / 14.30 h – 19.00 h 
Encerra aos Sábados, Domingos e Feriados


Catálogo Colectivo disponível em http://www.bibliotecasobral.com.pt/

 

 Copyright © 2012 • Direitos Reservados • Desenvolvido por: Lisboanet.com